segunda-feira, 20 de maio de 2013

o gosto amargo da angústia vira amor

Ouvir uma briga que reflete sua relação com a família e que me remete àquilo que é mais negativo na vida. Não é nem a dor em si, mas o medo por ela causado, que termina por apagar as belas possibilidades da existência. Medo, no caso, de intervir e fracassar, ou buscar uma demonstração de carinho e vê-la totalmente mal-vinda... há, ainda, certo ressentimento e cansaço; e isso aos 20 anos, só!

Crianções esses meus familiares, sem dúvida. E eu também, né? Orgulho bobo que me leva a uma aparência insensível... droga! não consigo me expressar direito com esses familiares. Algo está errado, talvez deva pensar mais nisso e menos em coisas inúteis. O único argumento para ser, assim, "insensível", é que: tentar um papo, buscar saber dos problemas deles, ousar um conselho: nada rende. A falta de resultado desanima, né...?

Mas o que me levanta não poderia ser nada além do que a velha inocência, que há algum tempo não revia, mas que agora me revisita e - torço pra que continue assim!!! - me permite viver com menos hipocrisia. Vou seguir tentando.


AMÉM !



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