Há poucos anos atrás, eu era adolescente e buscava sedento uma paixão nova por dia. Queria revolucionar minha mente e colocar o sangue para correr veloz. Meus hinos particulares iam de Raul a Bowie, passando pelas viscerais incertezas de Zeca Baleiro.
A Terra transladou um pouco, alguns sóis se poram, outros nasceram, e cá estou, no mesmo indesejável turbilhão de mudanças. A mutação prossegue, ignorante a qualquer desejo de estabilidade, agindo em mim. Eu, no entanto, não quero mais ser cavaleiro errante. Sonho em me encostar ao pé da macieira que aparecer mais alegre e bonita, aprender com ela a criar raízes, e finalmente olhar para tudo que me aconteceu de mais intenso e paralizante, dos momentos de mais completa satisfação até os da esmagadora solidão que me curvava os joelhos, para esboçar um sorriso, relaxar lágrimas antigas de pensamentos amargos e dizer: enfim, eu sou.
A Terra transladou um pouco, alguns sóis se poram, outros nasceram, e cá estou, no mesmo indesejável turbilhão de mudanças. A mutação prossegue, ignorante a qualquer desejo de estabilidade, agindo em mim. Eu, no entanto, não quero mais ser cavaleiro errante. Sonho em me encostar ao pé da macieira que aparecer mais alegre e bonita, aprender com ela a criar raízes, e finalmente olhar para tudo que me aconteceu de mais intenso e paralizante, dos momentos de mais completa satisfação até os da esmagadora solidão que me curvava os joelhos, para esboçar um sorriso, relaxar lágrimas antigas de pensamentos amargos e dizer: enfim, eu sou.
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