estou ressucitando este blog porque tenho sentimentos para pôr em dia.
o lance é o seguinte: Ando terminando minhas frases com ponto final, para variar. As reticências, tão comuns antes, estão mais raras e mais bem colocadas.
sempre entendi que a realidade humana - em termos gerais mesmo - é de tal limitação que fica difícil abrir mão da humildade. Humildade essa que serve à quebrar a cara mais de leve, pra não dar uma de Bender. Dá pra ser "aquela" pessoa difícil? Dá, ninguém te mata por isso. Mas tua atitude geniosa vai te desgastar, disso não tenha duvida! Saber tudo é extremamente irritante; rebater os comentários daqueles que querem só se divertir contigo é simplesmente espantá-los - não no sentido de que devem se ausentar em absoluto, mas, frente a um Spock da vida, quem consegue se abrir com facilidade?
eu, porém, decidido a uma vida de humildade, sabia gritar e chorar; enfim, errar e admitir, esperando a hora de voltar a colocar pontos finais. Eu sabia que era um sujeito racional, mas não dei as costas à minha inveja, à minha raiva: isso não!
Recupero isso ultimamente: a capacidade de errar bem, num certo sentido.
pois é, a conclusão dessa história é que não se precisa nem ser um Sheldon Cooper, nem "dar a outra face". Oras, somos seres mui apaixonados, e assim sendo, as paixões não atacaremos com moralismo, mas aprenderemos que sem elas, não somos quem somos!
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